mafarrico,
uma vez que isto é uma resposta à sua desinteressante questão, aconselho-o a ler primeiro o post anterior, uma vez que foi você próprio que o escreveu, pois conhecer a resposta antes de conhecer a pergunta que formulou antes de ler a resposta à sua pergunta poderia tornar-se algo confuso.
Agora que já conhece a pergunta que se perfilou na sua mente horas antes do meu aviso, deixe-me dizer-lhe que sempre gostei da maneira como vai directo ao assunto sem rodeios desnecessários, penso mesmo que é isso que o diferencia das pessoas que abordam assuntos com rodeios necessários.
Também me agrada a maneira como recorre à minha infinita paciência e superior inteligência com que o ajudo relutantemente e de forma humilde.
A resposta :
Estou na ideia que num feio dia de inverno, os elementos deste agrupamento musical estariam na sua sala de ensaios e tiveram a visita de um dos nossos que os marcou para sempre. Pois que seguiram a aparição, e num estado de temor e tremor, vieram conhecer o nosso lado. Saíram de lá pessoas diferentes e, acalmada a vontade de se tornarem uma banda de Black Metal, compreenderam a utilidade que tinham em se manter infiltrados. De seguida escreveram a seguinte musica explicativa da sua incursão e agora usada para atrair pobres coitados (como eles anteriormente) às profundezas do nosso mais adorado covil e a preencher as nossas hostes.
Respondo-lhe, portanto, como tantas vezes, com uma lírica de um conjunto musical.
Aceito, antecipadamente, os seus mais sinceros agradecimentos. E deixo-o com a resposta à sua pergunta.
Wilco - Hell Is Chrome
When the devil came
He was not red
He was chrome, and he said
Come with me
You must go
So I went
Where everything was clean
So precise and towering
I was welcomed
With open arms
I received so much help in every way
I felt no fear
I felt no fear
The air was crisp
Like sunny late winter days
A springtime yawning high in the haze
And I felt like I belonged
Come with me
Come with me
Come with me
Come with me
Come with me
Come with me
Come with me
Come with me
M.P.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
uma questão interessante...

Gostaria de versar uns breves trechos de suprema sabedoria, sobre uma interessante temática, que me foi levantada durante uma amena cavaqueira entre pares. Tal assunto, tão interessante quanto fútil, apresenta vertentes retorcidas e de difícil analise. Foi mesmo o próprio Sr. Satanás, digno proprietário deste nobre e altivo espaço, quem me encomendou tal tratado, aquando da chegada às suas pontiagudas e peludas orelhas das questões verbalizadas por inúmeros seguidores e fãs em geral.
E, qual o tema que se apresenta tão delicado e carece de um tão excelente dissertador como eu próprio (se me é permitido dize-lo), pergunta o embasbacado colega? Mas, que tópico é esse, que levou a que uma entidade de superior casta como este seu humilde comparsa, fosse desviado das suas superiores actividades de demonização para que se pudesse entregar de corpo e… corpo ao seu profundo estudo?
Por momentos escapa-me a resposta às suas questões.
Mas mudando de assunto, há um tema sobre o qual penso ser nossa obrigação elucidar os inúmeros leitores da Masmorra, que segundo as mais antigas estatísticas, ascenderam em tempos ao numero absoluto de 2, sendo que nos dias de hoje, nem isso.
E, qual é essa tema? questiona você Maléfico. Antes de prosseguir devo alerta-lo para o facto que já se começa a repetir a si próprio e as suas perguntas sucessivas se tornam enfadonhas, inconvenientes e nada dignas de um demónio da sua casta. Vamos lá a ver…
Mas então como eu dizia no início desta missiva… Gostaria de versar uns breves trechos de suprema sabedoria, sobre um tema deveras interessante. Mais à frente irei salientar o facto, de ter sido o Sr. Satanás (Ele próprio) a apontar-me para esta difícil e retorcida missão. Uma questão destas apresenta alíneas de vital importância e é sobejamente reconhecido por todos, a ponderada importância que tem naquele que é o nosso mais eloquente objectivo demoníaco: o de encarneirar o maior número de seres para o serviço do Mal e assim potenciar o regresso do nosso Mestre Belzebu ao trono que em tempos lhe foi retirado de forma injusta e perfeitamente honesta.
Bom!
Então, onde é que eu ía? Ah!! A questão de base que tem servido de fio condutor a esta carta que lhe envio, e é peça central do grandioso estudo que levei a cabo recentemente, por indigitação directa e pessoal do Sr. Satanás, que nestas coisas não se poupa a esforços e sabe reconhecer os melhores entre nós, neste caso, este seu humilde colega.
E que questão é essa? Perguntará você novamente e prái pela decima vez?
Ao qual eu respondo com toda a eloquência: cada coisa a seu tempo. A paciência não é apenas uma virtude desses que se dizem santos, é também uma perversa forma de tortura mental criada pelo nosso senhor das trevas como forma de castigar os menos perseverantes, o que não será certamente o seu caso. Se neste momento, começa a sentir algum desconforto, irritabilidade, urticaria, vontade de mandar o ilustre narrador desta dissertação para o Inferno, atente!!! Poderá estar a apresentar sintomas de santinidade… vá lá tomar uns comprimidos de enxofre antes de prosseguir com a leitura atenta desta obra literária que se lhe apresenta perante o seu atento olhar.
Eu próprio começo a ficar um pouco fatigado por este esforço sobre-demoniaco, de levar a cabo a gloriosa busca pela verdade ao tema apresentado antes, e que me foi adjudicado com plena confiança pelo Sr. Satanás, sem hesitações, tais são as minhas capacidades que ele tão gloriosamente reconhece e enaltece (ver 2º paragrafo).
Estão a chamar por mim, o tempo é escasso, devo prosseguir rapidamente, os segundos escapam-se como grãos de areia por entre os dedos (sempre quis escrever isto), a urgência impele-me a terminar esta magnânime peça…
A questão é:
Qual a verdadeira cor de um demónio?
Penso ainda ter tempo para mai
E, qual o tema que se apresenta tão delicado e carece de um tão excelente dissertador como eu próprio (se me é permitido dize-lo), pergunta o embasbacado colega? Mas, que tópico é esse, que levou a que uma entidade de superior casta como este seu humilde comparsa, fosse desviado das suas superiores actividades de demonização para que se pudesse entregar de corpo e… corpo ao seu profundo estudo?
Por momentos escapa-me a resposta às suas questões.
Mas mudando de assunto, há um tema sobre o qual penso ser nossa obrigação elucidar os inúmeros leitores da Masmorra, que segundo as mais antigas estatísticas, ascenderam em tempos ao numero absoluto de 2, sendo que nos dias de hoje, nem isso.
E, qual é essa tema? questiona você Maléfico. Antes de prosseguir devo alerta-lo para o facto que já se começa a repetir a si próprio e as suas perguntas sucessivas se tornam enfadonhas, inconvenientes e nada dignas de um demónio da sua casta. Vamos lá a ver…
Mas então como eu dizia no início desta missiva… Gostaria de versar uns breves trechos de suprema sabedoria, sobre um tema deveras interessante. Mais à frente irei salientar o facto, de ter sido o Sr. Satanás (Ele próprio) a apontar-me para esta difícil e retorcida missão. Uma questão destas apresenta alíneas de vital importância e é sobejamente reconhecido por todos, a ponderada importância que tem naquele que é o nosso mais eloquente objectivo demoníaco: o de encarneirar o maior número de seres para o serviço do Mal e assim potenciar o regresso do nosso Mestre Belzebu ao trono que em tempos lhe foi retirado de forma injusta e perfeitamente honesta.
Bom!
Então, onde é que eu ía? Ah!! A questão de base que tem servido de fio condutor a esta carta que lhe envio, e é peça central do grandioso estudo que levei a cabo recentemente, por indigitação directa e pessoal do Sr. Satanás, que nestas coisas não se poupa a esforços e sabe reconhecer os melhores entre nós, neste caso, este seu humilde colega.
E que questão é essa? Perguntará você novamente e prái pela decima vez?
Ao qual eu respondo com toda a eloquência: cada coisa a seu tempo. A paciência não é apenas uma virtude desses que se dizem santos, é também uma perversa forma de tortura mental criada pelo nosso senhor das trevas como forma de castigar os menos perseverantes, o que não será certamente o seu caso. Se neste momento, começa a sentir algum desconforto, irritabilidade, urticaria, vontade de mandar o ilustre narrador desta dissertação para o Inferno, atente!!! Poderá estar a apresentar sintomas de santinidade… vá lá tomar uns comprimidos de enxofre antes de prosseguir com a leitura atenta desta obra literária que se lhe apresenta perante o seu atento olhar.
Eu próprio começo a ficar um pouco fatigado por este esforço sobre-demoniaco, de levar a cabo a gloriosa busca pela verdade ao tema apresentado antes, e que me foi adjudicado com plena confiança pelo Sr. Satanás, sem hesitações, tais são as minhas capacidades que ele tão gloriosamente reconhece e enaltece (ver 2º paragrafo).
Estão a chamar por mim, o tempo é escasso, devo prosseguir rapidamente, os segundos escapam-se como grãos de areia por entre os dedos (sempre quis escrever isto), a urgência impele-me a terminar esta magnânime peça…
A questão é:
Qual a verdadeira cor de um demónio?
Penso ainda ter tempo para mai
Contra factos ......
mafarrico,
vou ser muito directo :
1º a reencarnação existe -
de re + encarnar
v. int.,
tornar a encarnar;
reassumir a alma a forma material, em vidas sucessivas e diversas.
está no dicionário, se não existisse, não estava no dicionário.
Agora que este facto não deixa margem para dúvidas passemos ao segundo e extraordinário ponto.
2º Ramalho Ortigão (1836-1915) e Eça de Queirós (1845-1900) são reencarnações de Mafarrico e Maléfico
Pode ser um choque para alguns, mas é um facto verídico. Ora Eça e Ramalho eram amigos, trocavam larga correspondência entre eles discutindo artes nobres (literatura, musica heavy metal, etc.) e escreveram obras em conjunto. Isto deveria ser suficiente para convencer qualquer um de que estes dois indivíduos e nós são a mesma dupla de diabos. Sendo que nós viemos primeiro e eles antes!
Mas eu sei que há por ai muitos cépticos, e por isso vou apresentar uma prova irrefutável retirada de um documento a que poucos têm acesso, a Wikipedia :
Aponto para a passagem em que os próprios referem a sua obra conjunta como "execrável" ...... é preciso explicar mais? Também acho curioso o episódio em que um parte deixando o outro sozinho a redigir o trabalho; uma premonição ? ...... que acontecerá no futuro? Logo veremos, porque o futuro está para vir e ninguém escapa ao seu destino ....

Eça/Ramalho - As semelhanças com a dupla Mafarrico/Maléfico são inegáveis
M.P.
vou ser muito directo :
1º a reencarnação existe -
de re + encarnar
v. int.,
tornar a encarnar;
reassumir a alma a forma material, em vidas sucessivas e diversas.
está no dicionário, se não existisse, não estava no dicionário.
Agora que este facto não deixa margem para dúvidas passemos ao segundo e extraordinário ponto.
2º Ramalho Ortigão (1836-1915) e Eça de Queirós (1845-1900) são reencarnações de Mafarrico e Maléfico
Pode ser um choque para alguns, mas é um facto verídico. Ora Eça e Ramalho eram amigos, trocavam larga correspondência entre eles discutindo artes nobres (literatura, musica heavy metal, etc.) e escreveram obras em conjunto. Isto deveria ser suficiente para convencer qualquer um de que estes dois indivíduos e nós são a mesma dupla de diabos. Sendo que nós viemos primeiro e eles antes!
Mas eu sei que há por ai muitos cépticos, e por isso vou apresentar uma prova irrefutável retirada de um documento a que poucos têm acesso, a Wikipedia :
Reencontra em Lisboa o seu ex-aluno Eça de Queirós e com ele escreve um "romance execrável" (classificação dos autores no prefácio de 1884): O mistério da estrada de Sintra (1870). No mesmo ano, Ramalho Ortigão publica ainda Histórias cor-de-rosa e inicia a publicação de Correio de Hoje (1870-71). Em parceria com Eça de Queirós, surgem em 1871 os primeiros folhetos de As Farpas, de que vem a resultar a compilação em dois volumes sob o título Uma Campanha Alegre. Em finais de 1872, o seu amigo Eça de Queirós parte para Havana exercer o seu primeiro cargo consular no estrangeiro, continuando Ramalho Ortigão a redigir sozinho As Farpas.
Aponto para a passagem em que os próprios referem a sua obra conjunta como "execrável" ...... é preciso explicar mais? Também acho curioso o episódio em que um parte deixando o outro sozinho a redigir o trabalho; uma premonição ? ...... que acontecerá no futuro? Logo veremos, porque o futuro está para vir e ninguém escapa ao seu destino ....

Eça/Ramalho - As semelhanças com a dupla Mafarrico/Maléfico são inegáveis
M.P.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Nº 18
mafarrico,
o nosso trabalho é um trabalho duro, muitos claudicariam no nosso lugar, mas nós não. Nós somos fortes, a esperança num mundo pior faz-nos seguir em frente.
A esperança de um mundo onde o bem e a amizade, a respeito pelo próximo e pela diferença sejam relegados para o lugar secundário que merecem. Um mundo onde as coisas bonitas sejam completamente massacradas e aniquiladas pelos nossos. Onde os sorrisos das crianças sejam ignorados, onde as belas obras de arte sejam destruídas.Um mundo sem compaixão. Um mundo sem amizade nem solidariedade, um mundo onde os escuteiros sejam obrigados a engolir as violas com que fazem as suas rodinhas à volta da fogueira. Um mundo onde o "Musica No Coração" seja banido e o "Massacre No Texas" passe a M/6. Um mundo onde se faça a grande festa da extinção do panda e da baleia azul. Um mundo onde todos se sintam miseráveis e deprimidos.
Óh mafarrico, a lista é infindável, tantos sonhos que procuramos e que nos esforçamos por alcançar. PELO SR. SATANÁS!!! Nunca desistiremos porque o sonho comanda a vida!
É um mensagem de força que lhe deixo, com perseverança e deslealdade triunfaremos porque estamos do lado do MAL.
e agora uma musiquinha ..... se aos 2 min. e 28 seg. não se levantar de um salto com os braços bem erguidos, e um sonoro "YEAAAAAAAAAAAHH!!!" ... questione a sua lealdade ao nosso movimento
despeço-me com um sólido devil's grip, the iron fist
M.P.
o nosso trabalho é um trabalho duro, muitos claudicariam no nosso lugar, mas nós não. Nós somos fortes, a esperança num mundo pior faz-nos seguir em frente.
A esperança de um mundo onde o bem e a amizade, a respeito pelo próximo e pela diferença sejam relegados para o lugar secundário que merecem. Um mundo onde as coisas bonitas sejam completamente massacradas e aniquiladas pelos nossos. Onde os sorrisos das crianças sejam ignorados, onde as belas obras de arte sejam destruídas.Um mundo sem compaixão. Um mundo sem amizade nem solidariedade, um mundo onde os escuteiros sejam obrigados a engolir as violas com que fazem as suas rodinhas à volta da fogueira. Um mundo onde o "Musica No Coração" seja banido e o "Massacre No Texas" passe a M/6. Um mundo onde se faça a grande festa da extinção do panda e da baleia azul. Um mundo onde todos se sintam miseráveis e deprimidos.
Óh mafarrico, a lista é infindável, tantos sonhos que procuramos e que nos esforçamos por alcançar. PELO SR. SATANÁS!!! Nunca desistiremos porque o sonho comanda a vida!
É um mensagem de força que lhe deixo, com perseverança e deslealdade triunfaremos porque estamos do lado do MAL.
e agora uma musiquinha ..... se aos 2 min. e 28 seg. não se levantar de um salto com os braços bem erguidos, e um sonoro "YEAAAAAAAAAAAHH!!!" ... questione a sua lealdade ao nosso movimento
despeço-me com um sólido devil's grip, the iron fist
M.P.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
o trabalho do Demo, um relato verídico II
"Ó Diabo, esta porcaria não está a funcionar!"....
ao ouvir estas palavras, indignado, vocifero alto e bom som, cuspindo uma resposta agressiva - "Mas agora a culpa é minha?! Vocês é que têm a obrigação de ter a maquina a funcionar!!!"
De repente apercebi-me da gafe que havia cometido, quando reparo nos olhares pasmados e inquisidores (detesto esses gajos, são uns desmancha prazeres) dos restantes clientes que aguardavam ordeiramente em fila dita indiana (nunca percebi bem porquê) na caixa da estação de serviço, onde me dirigi esta amanhã para abastecer de combustivel o meu corcel metalico.
Perante a possibilidade de me ter auto-desmascarado, tentei imitar o olhar enbasbacado que saltava das caras dos comuns mortais e... olhei fixamente para o tipo que se encontrava imediatamente atrás de mim na referida fila que fugiu assustado.
O dia-a-dia de um demonio não é facil... bolas
ao ouvir estas palavras, indignado, vocifero alto e bom som, cuspindo uma resposta agressiva - "Mas agora a culpa é minha?! Vocês é que têm a obrigação de ter a maquina a funcionar!!!"
De repente apercebi-me da gafe que havia cometido, quando reparo nos olhares pasmados e inquisidores (detesto esses gajos, são uns desmancha prazeres) dos restantes clientes que aguardavam ordeiramente em fila dita indiana (nunca percebi bem porquê) na caixa da estação de serviço, onde me dirigi esta amanhã para abastecer de combustivel o meu corcel metalico.
Perante a possibilidade de me ter auto-desmascarado, tentei imitar o olhar enbasbacado que saltava das caras dos comuns mortais e... olhei fixamente para o tipo que se encontrava imediatamente atrás de mim na referida fila que fugiu assustado.
O dia-a-dia de um demonio não é facil... bolas
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
ref. discografica 666 - heartwork
mafarrico,
voltando ao tema preferido da masmorra - estas recomendações que vamos rasgando a sangue nas costas dos infelizes que aqui estão detidos, vis criaturas que não sabem adorar o Sr. Satanás, seguidores do bem que estão agora subjugados ao Mal, o nosso desprezo é bom demais para tais vermes.
Dizia eu, voltando a este tema, decidi recuperar as ref. discográficas que tanto trabalho nos deram a enumerar e decidi relembra-lo desta rodela de plástico gloriosamente barulhenta e tão tocada no meu gira-discos maléfico.

Refiro-me ao fantástico, pioneiro e inultrapassável Heartwork editado em 1994 e desde então mantendo-se sempre no top das preferências de qualquer seguidor do Mal que se preze. Tudo neste disco é excelente, desde a capa do nosso caro colega de outras artes H.R.Giger, passando pela excelente musicalidade, e boas letras que foram um passo em frente em relação ao que os jovens desta banda faziam até então.
Não existe neste curto disco(pouco mais de meia hora), uma única música que seja possível passar à frente, e neste caso particular nem foi preciso nenhum esforço extra do nosso Querido Lorde Das Trevas, a começar nos primeiros acordes da música de abertura (clássico, mafarrico, clássico ... quando a bateria arranca dando o mote para todo o disco..... uma beleza extrema é o que lhe digo), até ao ultra-rápido Death Certificate são 10 temas indispensáveis ao ouvido apurado do amante requintado de música que é o apreciador de Heavy Metal.
De realçar o mérito que este disco e os seus autores têm ao conseguir atrair para o mundo escuro e pestilento de Masmorras e afins novos seguidores, pelo menos a julgar pelo sem número de novas bandas que editam covers de uma ou outra música deste CD.
É muito difícil escolher uma faixa, uma vez que são todas fantásticas e com certeza já terá as suas preferidas, mas deixo-o com a que me atraiu mais nas primeiras audições nesse longínquo ano de 1994.
In futility, for self preservation
We all need someone
Someone to hate
M.P.
voltando ao tema preferido da masmorra - estas recomendações que vamos rasgando a sangue nas costas dos infelizes que aqui estão detidos, vis criaturas que não sabem adorar o Sr. Satanás, seguidores do bem que estão agora subjugados ao Mal, o nosso desprezo é bom demais para tais vermes.
Dizia eu, voltando a este tema, decidi recuperar as ref. discográficas que tanto trabalho nos deram a enumerar e decidi relembra-lo desta rodela de plástico gloriosamente barulhenta e tão tocada no meu gira-discos maléfico.

Refiro-me ao fantástico, pioneiro e inultrapassável Heartwork editado em 1994 e desde então mantendo-se sempre no top das preferências de qualquer seguidor do Mal que se preze. Tudo neste disco é excelente, desde a capa do nosso caro colega de outras artes H.R.Giger, passando pela excelente musicalidade, e boas letras que foram um passo em frente em relação ao que os jovens desta banda faziam até então.
Não existe neste curto disco(pouco mais de meia hora), uma única música que seja possível passar à frente, e neste caso particular nem foi preciso nenhum esforço extra do nosso Querido Lorde Das Trevas, a começar nos primeiros acordes da música de abertura (clássico, mafarrico, clássico ... quando a bateria arranca dando o mote para todo o disco..... uma beleza extrema é o que lhe digo), até ao ultra-rápido Death Certificate são 10 temas indispensáveis ao ouvido apurado do amante requintado de música que é o apreciador de Heavy Metal.
De realçar o mérito que este disco e os seus autores têm ao conseguir atrair para o mundo escuro e pestilento de Masmorras e afins novos seguidores, pelo menos a julgar pelo sem número de novas bandas que editam covers de uma ou outra música deste CD.
É muito difícil escolher uma faixa, uma vez que são todas fantásticas e com certeza já terá as suas preferidas, mas deixo-o com a que me atraiu mais nas primeiras audições nesse longínquo ano de 1994.
In futility, for self preservation
We all need someone
Someone to hate
M.P.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
histórias da vida
mafarrico,
os mais diversos bardos trovam as histórias dos fieis servidores. Aqui fica mais um relato das atribulações de um dos nossos.
os mais diversos bardos trovam as histórias dos fieis servidores. Aqui fica mais um relato das atribulações de um dos nossos.
Baby, have mercy, please don't be unkind!
I remember chips of woman let me down and blew my mind.
For out of my back, she's gonna look way back into the back of my eyes.
She said: "You've done your baby wrong and you know you're gonna die tonight."
Now, the villagers are coming with a pitchfork and a screaming dog.
I got long black hair growing way out of the back of my skull.
Feeling kinda itchy, I got blood on my mouth.
She said: "You gotta get away, come on baby, go on way down south!"
She said, she said, she said, she said.
She said: "You got nothing left, you ain't a man no more, you're outta control.
And the moon, baby, is blooming, you're gonna find out, what it's like to lose your soul."
Now, my teeth are long, pentagram on my palm. What have I done?
I said: "Get up now, please baby! Come on! I gotta fly, I gotta run."
She said, she said, she said, she said.
I crave to taste the blood. Lord almighty, good Lord above, my soul is lost!
I said: "I curse the day that I ever was born!"
Baby, have mercy, don't you hear me screaming in pain?
I said my prayers at night, come on please, I won't forsake your name!
They're gonna lay me right here in this marshy swamp.
Hit by a silver bullet right throught my heart.
She said, she said, she said.
She said: "Werewolf".
She said: "Werewolf".
She said: "Werewolf".
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