É sabido que aproveitei a época de férias para visitar, incógnito e sob disfarçe, um pais nórdico sobejamente conhecido por todos e que não irei nomear, de seu nome Suécia.
Eis que enquanto passeava pelas grandes e irritantemente limpissimas avenidas senti um chamamento, é isso ai meus irmãos, senti um chamamento tão forte que todo o meu auto controlo e vontade em não trair a minha verdadeira natureza sofreu uma grande provação. Atento a não provocar desastres de grande dimensão decidi seguir este chamamento, curioso onde me iria ele levar. Sentia as forças que me rodeavam cada vez mais fortes, enormes, gigantescas, até que entrei no edificio baptizado de Kungliga biblioteket. Neste edificio a presença Dele era inegavelmente fortissima pelo que dei por ali uma volta a ver se via alguma coisa.
Não vi nada de especialmente maligno, a nao ser um tipo a tirar fotografias a um livro às econdidas, mas senti a presença fortissima da maldade e como que comunguei com ela silenciosamente até que satisfeito me vim embora.
Após (ou terá sido antes?) este acontecimento pesquisei tomos ancestrais (o guia) na procura de decifrar o mistério e descobri com muita felicidade o que me tinha atraido com tanto poder. Era isto :
(faltam imagens)
A Biblia de Satanás, encontra-se fechada nas catacumbas da Biblioteca de Estocolmo. É, como não podia deixar de ser, o maior livro do mundo e foi escrito por um colega monge que, tendo quebrado (claro!) as regras do seu mosteiro foi condenado a uma pena particularmente horrivel. Alcançou clemencia assegurando aos seus superiores que escreveria da noite para o dia o livro de maiores dimensões alguma vez escrito no decorrer dos tempos. É claro que tal tarefa era impossivel pelo que fez uma pacto com o nosso Maior, que logo pegou na pena e lançando mãos à obra salvou a vida ao monge pecador, escreveu o que ainda hoje é o maior livro do mundo e captou mais uma alma para engrossar as suas fileiras. Este livro foi baptizado de "A Biblia de Satanás".
(faltam imagens)
Obviamente um livro com tal capacidade maléfica teria que me atrair, mas não sabendo eu ao que ia foi impossivel um encontro cara a página, isso e o facto de estar fechada a sete chaves em local inacessivel. Tendo eu podido folhear o livro e teria sido bem agradável, quem sabe poderia ter deglutido calmamente uma duzia de páginas. Fica para a próxima! Podem folhear o assunto aqui , não dá é para deglutir.
Em breve, mais novas da minha viagem à terra dos mil lagos.
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Férias
mafarrico,
fui passear um pouco, o stress da masmorra é stressante e fui destressar. Talvez por isso tenha estado um pouco ausente da masmorra, por isso e por não poder estar em dois sitios ao mesmo tempo. Fui para paragens um pouco mais frescas, tentar praticar o mal o menos possível (para não estar sempre a pensar em trabalho e relaxar um pouco).
O ponto alto do meu passeio foi uma visita à masmorra dos ossos, que os humanos designam como Capela Dos Ossos. É um local bonito e acolhedor, onde podemos respirar fundo e deixar-nos inundar pela beleza do cenário e reflectir e entender um pouco do sentido da morte. É inspirador.


Encontrei por lá um nosso colega, com o qual tentei meter conversa, mas ele não me respondeu, pareceu-me absorto em profundas meditações. É díficil não meditar assim num sitio destes.

Na saída uma mensagem de esperança para todos nós , diz ela : “Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”
Venham daí esses ossos,
M.P.
fui passear um pouco, o stress da masmorra é stressante e fui destressar. Talvez por isso tenha estado um pouco ausente da masmorra, por isso e por não poder estar em dois sitios ao mesmo tempo. Fui para paragens um pouco mais frescas, tentar praticar o mal o menos possível (para não estar sempre a pensar em trabalho e relaxar um pouco).
O ponto alto do meu passeio foi uma visita à masmorra dos ossos, que os humanos designam como Capela Dos Ossos. É um local bonito e acolhedor, onde podemos respirar fundo e deixar-nos inundar pela beleza do cenário e reflectir e entender um pouco do sentido da morte. É inspirador.
Encontrei por lá um nosso colega, com o qual tentei meter conversa, mas ele não me respondeu, pareceu-me absorto em profundas meditações. É díficil não meditar assim num sitio destes.
Na saída uma mensagem de esperança para todos nós , diz ela : “Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”
Venham daí esses ossos,
M.P.
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