quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Isco
Colegas,
hoje é dia 09/09/09 e é neste dia que uma qualquer editora se lembrou de re-lançar massivamente a discografia de uma banda musical que é, talvez, o agrupamento mais reconhecido em todo o mundo.
Pus os meus neurónios maléficos a trabalhar e, verificando que no dia de hoje, milhares e milhares de humanos vagueariam por aí, pesquisando e escrevendo algo sobre este acontecimento, engendrei um plano ("a cunning plan", diriam alguns). Este plano consiste em escrever um texto relacionado com este evento de modo a que, todos e mais alguns que pesquisem o nome da banda, julgando ter hipóteses de encontrar um artigo num blog, ou uma noticia numa página, sejam, como que, sugados para a nossa Masmorra e assim massacrados e reenviados directamente para o Inferno.
Aqui vai o isco em forma de texto, após o que é só esperar que se inicie a chegada em massa dos "convidados".
hoje é dia 09/09/09 e é neste dia que uma qualquer editora se lembrou de re-lançar massivamente a discografia de uma banda musical que é, talvez, o agrupamento mais reconhecido em todo o mundo.
Pus os meus neurónios maléficos a trabalhar e, verificando que no dia de hoje, milhares e milhares de humanos vagueariam por aí, pesquisando e escrevendo algo sobre este acontecimento, engendrei um plano ("a cunning plan", diriam alguns). Este plano consiste em escrever um texto relacionado com este evento de modo a que, todos e mais alguns que pesquisem o nome da banda, julgando ter hipóteses de encontrar um artigo num blog, ou uma noticia numa página, sejam, como que, sugados para a nossa Masmorra e assim massacrados e reenviados directamente para o Inferno.
Aqui vai o isco em forma de texto, após o que é só esperar que se inicie a chegada em massa dos "convidados".
Eu não gosto dos Bitales, eu estou farto de ouvir falar nos Bitales, eu não acho que os Bitales sejam a melhor banda do mundo, eu vivia muito bem se nunca mais ouvisse uma musica dos Bitales, aliás, a ultima vez que ouvi uma musica dos Bitales foi circa 1987 e não foi por minha vontade, os fãs de Bitales são duros de ouvido.
nojentos andrajos do Mal
Exultem de pânico todos os que me lêem!
Aproxima-se esse que será um dos grandes embates de titãs, que os infiéis seguidores desta Masmorra terão a possibilidade de acompanhar, e onde os garbosos e altivos membros desta diabólica confraria marcaram a sua presença.
Falo obviamente do evento que toma por denominação «Caos Emergente 2009», e onde serão invocados pelo Sr. Satanás agrupamentos musicais de Heavy Metal (AMHM) tais como os Moonspell e os muito aguardados (por mim, pelo menos) Napalm Death. Há muitos outros mas agora não me lembro dos nomes.
Precisamente para garantir que a nOSSA presença (e a d’eLE) será devidamente notada, foi deliberado unanimemente por mim, que desta feita acorreríamos ao local trajados a rigor, ie, com uma t’shirt negra como a noite.
Assim, eis que coloco uma legião de demónios inferiores em aturado trabalho de tecelagem, cabendo-lhes a nobre missão de executarem as referidas indumentárias.
Os primeiros resultados já viram a escuridão da nojenta catacumba onde estes desgraçados alfaiates se encontram encarcerados até que terminem a sua hedionda tarefa (ou não...).
Deixo-vos com a única imagem até agora obtida e que nos dá uma ideia de quão fascinantes serão essas armaduras do mal, essas magnificas couraças que resplandecerão de ódio e soberba.

Nunca as vestes celestiais nos pareceram tão ridiculas!
É obvio que para que se obtenha o desejável impacto, será necessário a comparência da totalidade dos intervenientes...
Aproxima-se esse que será um dos grandes embates de titãs, que os infiéis seguidores desta Masmorra terão a possibilidade de acompanhar, e onde os garbosos e altivos membros desta diabólica confraria marcaram a sua presença.
Falo obviamente do evento que toma por denominação «Caos Emergente 2009», e onde serão invocados pelo Sr. Satanás agrupamentos musicais de Heavy Metal (AMHM) tais como os Moonspell e os muito aguardados (por mim, pelo menos) Napalm Death. Há muitos outros mas agora não me lembro dos nomes.
Precisamente para garantir que a nOSSA presença (e a d’eLE) será devidamente notada, foi deliberado unanimemente por mim, que desta feita acorreríamos ao local trajados a rigor, ie, com uma t’shirt negra como a noite.
Assim, eis que coloco uma legião de demónios inferiores em aturado trabalho de tecelagem, cabendo-lhes a nobre missão de executarem as referidas indumentárias.
Os primeiros resultados já viram a escuridão da nojenta catacumba onde estes desgraçados alfaiates se encontram encarcerados até que terminem a sua hedionda tarefa (ou não...).
Deixo-vos com a única imagem até agora obtida e que nos dá uma ideia de quão fascinantes serão essas armaduras do mal, essas magnificas couraças que resplandecerão de ódio e soberba.
Nunca as vestes celestiais nos pareceram tão ridiculas!
É obvio que para que se obtenha o desejável impacto, será necessário a comparência da totalidade dos intervenientes...
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Um mundo catita
meus caros,
relendo os escritos passados reparei o quão longínquo se situava a ultima ref. discográfica. Vai dai decidi escrever este post.
Acontecia que era domingo à noite e eu praticava um zapping furioso por todos os 4 canais de televisão que chegam a minha casa. Dado certo momento, reparei que estava há mais de um segundo no mesmo canal! Era o canal 2. O programa que aí se iniciava tinha como nome "Um Mundo Catita" e, não sei porque celebração, o tal canal exibia todos os episódios desta mini-série de produção portuguesa. Para meu gáudio, os episódios seriam emitidos por ordem cronológica e uns a seguir aos outros.
Embora o dia seguinte fosse de grandes provações, fiquei acordado até ao que normalmente se chama uma hora da manhã e vi os episódios todos de uma acentada.
Estais com certeza familiarizados com esta obra prima da televisão feita em Portugal. Tudo nela respira Masmorra Infernal, e o personagem principal Manuel João é um diabo a sério. A sucessão de cenas hilariantes e/ou ridiculas é de grande risibilidade e interesse, os diálogos são do melhor que se faz em todo o mundo (um vocabulário muito rico) e, claro, a banda sonora original é de top.
No seu todo a série ganha uma dimensão que não teria se porventura fosse vista episódio a episódio, personagens como o corneto ou o tony barracuda e claro o manuel joão entram assim para o convivio dos grandes do cinema português. E o que dizer da senhora amiga de manuel joão? Uma diva como nunca se viu nos ecrãs nacionais.
Devo, para finalizar, escolher uma cena preferida de todos os cinco (ou seis?) episódios e embora a emotividade me penda para a cena da águia do clube de futebol (épico!!) ("agora toda a gente te odeia pá!", "então e os gajos do porto?"), o momento alto para mim é, sem dúvida, o concerto no casamento da pessoa amada do personagem principal ("estava a brincar! já não se pode brincar?") com o movimento à Pete Townshend por sobre o bolo da noiva.
Quero uma segunda série.
relendo os escritos passados reparei o quão longínquo se situava a ultima ref. discográfica. Vai dai decidi escrever este post.
Acontecia que era domingo à noite e eu praticava um zapping furioso por todos os 4 canais de televisão que chegam a minha casa. Dado certo momento, reparei que estava há mais de um segundo no mesmo canal! Era o canal 2. O programa que aí se iniciava tinha como nome "Um Mundo Catita" e, não sei porque celebração, o tal canal exibia todos os episódios desta mini-série de produção portuguesa. Para meu gáudio, os episódios seriam emitidos por ordem cronológica e uns a seguir aos outros.
Embora o dia seguinte fosse de grandes provações, fiquei acordado até ao que normalmente se chama uma hora da manhã e vi os episódios todos de uma acentada.
Estais com certeza familiarizados com esta obra prima da televisão feita em Portugal. Tudo nela respira Masmorra Infernal, e o personagem principal Manuel João é um diabo a sério. A sucessão de cenas hilariantes e/ou ridiculas é de grande risibilidade e interesse, os diálogos são do melhor que se faz em todo o mundo (um vocabulário muito rico) e, claro, a banda sonora original é de top.
No seu todo a série ganha uma dimensão que não teria se porventura fosse vista episódio a episódio, personagens como o corneto ou o tony barracuda e claro o manuel joão entram assim para o convivio dos grandes do cinema português. E o que dizer da senhora amiga de manuel joão? Uma diva como nunca se viu nos ecrãs nacionais.
Devo, para finalizar, escolher uma cena preferida de todos os cinco (ou seis?) episódios e embora a emotividade me penda para a cena da águia do clube de futebol (épico!!) ("agora toda a gente te odeia pá!", "então e os gajos do porto?"), o momento alto para mim é, sem dúvida, o concerto no casamento da pessoa amada do personagem principal ("estava a brincar! já não se pode brincar?") com o movimento à Pete Townshend por sobre o bolo da noiva.
Quero uma segunda série.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Mais novas das terras nórdicas
Meus caros,
para uma coisa serviu a minha viagem por terras do norte, para adivinhar onde estáveis circa 1626. Vocês estariam , os dois, ou um, ou os dois separados, nas mesmas terras que eu calcorreei em 2009.
Diria mesmo que estariam entre os engenheiros do projecto do barco de guerra de nome Vasa. Diria que estavam preparados para rir a bom rir.
Quase que adivinho que estariam entre a equipe que no séc. XVII recebeu ordens do rei sueco para, no auge do domínio daquele pais por aguas da região, construir o mais potente e temível vaso de guerra a ser usado na guerra dos trinta anos.
Quase que vos adivinho a dizer ao engenheiro responsável para ir supervisionar os adornos no convés enquanto vós trataríeis calmamente dos cálculos para o lastro do navio.
Vejo-vos confiantes e com um secreto sorriso, embrenhados na comitiva que viu o recém-barco, com 150 homens a bordo, com um armamento recorde, ricamente decorado e preparado para espalhar o terror, espanto e inveja nos inimigos se lançar pela primeira vez às aguas do Báltico.
Ouço-vos a rir a bom rir quando o barco andou mil e duzentos metros e afundou.
Histórias destas são dignas da nossa masmorra. E devido aos vossos prováveis actos pessoas de todo o mundo podem visitar um museu na Suécia e rir-se enquanto os próprios suecos tentam rentabilizar o barco sem ser alvos de muito ridículo.
Cliquem aqui para ler a história deste soberbo e risível barco de guerra (os vossos nomes foram omitidos).
para uma coisa serviu a minha viagem por terras do norte, para adivinhar onde estáveis circa 1626. Vocês estariam , os dois, ou um, ou os dois separados, nas mesmas terras que eu calcorreei em 2009.
Diria mesmo que estariam entre os engenheiros do projecto do barco de guerra de nome Vasa. Diria que estavam preparados para rir a bom rir.
Quase que adivinho que estariam entre a equipe que no séc. XVII recebeu ordens do rei sueco para, no auge do domínio daquele pais por aguas da região, construir o mais potente e temível vaso de guerra a ser usado na guerra dos trinta anos.
Quase que vos adivinho a dizer ao engenheiro responsável para ir supervisionar os adornos no convés enquanto vós trataríeis calmamente dos cálculos para o lastro do navio.
Vejo-vos confiantes e com um secreto sorriso, embrenhados na comitiva que viu o recém-barco, com 150 homens a bordo, com um armamento recorde, ricamente decorado e preparado para espalhar o terror, espanto e inveja nos inimigos se lançar pela primeira vez às aguas do Báltico.
Ouço-vos a rir a bom rir quando o barco andou mil e duzentos metros e afundou.
Histórias destas são dignas da nossa masmorra. E devido aos vossos prováveis actos pessoas de todo o mundo podem visitar um museu na Suécia e rir-se enquanto os próprios suecos tentam rentabilizar o barco sem ser alvos de muito ridículo.
Cliquem aqui para ler a história deste soberbo e risível barco de guerra (os vossos nomes foram omitidos).
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Concílio sazonal - o balanço de uma era
Agora que iniciamos este interregno entre dois períodos de lazer consecutivos, durante o qual a Masmorra Infernal do Sr. Satanás se encontrará encerrada para trabalho, é uma má pratica fazer uma breve resenha dos eventos que tiveram lugar entretanto e nos quais grandes feitos foram perpetrados: fronteiras expandidas, dinos espertos esmagados e quantidades consideráveis de líquidos não-não-alcoolicos ingeridos. Tudo isto, pelos já universalmente reconhecidos membros desta negra aliança.
Após um breve périplo, pelo já conhecido de todos, globo terrestre, em que se fizeram alguns avanços consideráveis para a agora inevitável aniquilação de toda a humanidade (recordo eventos já aqui relatados como a conversão dos pinguins da Antártida e a consolidação dos territórios Nórdicobalticos ao nosso jugo), os por todos considerados como magnificentes contribuidores da Masmorra, reuniram-se em secreto concílio.
Tão secreto e envolto em sombras foi tal evento, que mesmo os próprios participantes apenas tomaram conhecimento dele praticamente no final do mesmo!
Reunidos num infeliz acaso pela peluda mão do nosso chifrudo líder, num remoto topo de uma remota montanha, não muito longe daqui, os três vis elementos (nós) viram-se a braços com a hedionda tarefa de executar um balanço a mais um século de malvadezes e perfídias por eles (nós) executadas.
Assim, em grande desarmonia com as potentes energias envolventes que emanavam das profundezas das rochas e dos céus esmagadores, completamente dessincronizados com os elementos da natureza reinante no local referido, Mafarrico, Maléfico e Diabolicus reinaram supremos, e durante o período referido não fizeram nada!
Alguns périplos pelos trilhos das ameaçadoras montanhas, banhos temerários na traiçoeira piscina local (cheia de água...), debates filosóficos de grande gravidade na esplanada do café da terra, longas e perigosas sessões de dinomania defrontando perigosos Dinos Espertos, vitoriosas excursões nocturnas a locais de culto do inimigo, um churrasco e uma bebedeira de vinho verde tinto, foram algumas das actividades de excepção a que estes Demónios se entregaram, muitas das vezes por engano.
Em breve seguirá uma reportagem fotográfica que documentara tudo o que aqui foi dito!

(o amarelo é o amigo CPU)
Após um breve périplo, pelo já conhecido de todos, globo terrestre, em que se fizeram alguns avanços consideráveis para a agora inevitável aniquilação de toda a humanidade (recordo eventos já aqui relatados como a conversão dos pinguins da Antártida e a consolidação dos territórios Nórdicobalticos ao nosso jugo), os por todos considerados como magnificentes contribuidores da Masmorra, reuniram-se em secreto concílio.
Tão secreto e envolto em sombras foi tal evento, que mesmo os próprios participantes apenas tomaram conhecimento dele praticamente no final do mesmo!
Reunidos num infeliz acaso pela peluda mão do nosso chifrudo líder, num remoto topo de uma remota montanha, não muito longe daqui, os três vis elementos (nós) viram-se a braços com a hedionda tarefa de executar um balanço a mais um século de malvadezes e perfídias por eles (nós) executadas.
Assim, em grande desarmonia com as potentes energias envolventes que emanavam das profundezas das rochas e dos céus esmagadores, completamente dessincronizados com os elementos da natureza reinante no local referido, Mafarrico, Maléfico e Diabolicus reinaram supremos, e durante o período referido não fizeram nada!
Alguns périplos pelos trilhos das ameaçadoras montanhas, banhos temerários na traiçoeira piscina local (cheia de água...), debates filosóficos de grande gravidade na esplanada do café da terra, longas e perigosas sessões de dinomania defrontando perigosos Dinos Espertos, vitoriosas excursões nocturnas a locais de culto do inimigo, um churrasco e uma bebedeira de vinho verde tinto, foram algumas das actividades de excepção a que estes Demónios se entregaram, muitas das vezes por engano.
Em breve seguirá uma reportagem fotográfica que documentara tudo o que aqui foi dito!

(o amarelo é o amigo CPU)
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