O reerguer da Masmorra tem-se mostrado lento, apático e vagaroso, como que traduzindo um movimento secular que teima em não se desenvolver.
Movimento esse que em nós, Demónios da Masmorra Infernal Do Sr. Satanás, faz esperar que algo épico aconteça subita e inesperadamente.
Atentai! Mortais estúpidos e incautos. A Masmorra continua a reerguer-se!
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terça-feira, 16 de abril de 2013
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Aqueles por quem os raios são atirados
Prezados & profanos comparsas,
Inspirado que me senti, pelo anterior post do colega Maléfico, sobre os deuses negros do grind-core a quem tanto devemos, senti nas veias um latejar de algo mais do que a habitual lava que por aí circula, impulsionada que é pelos meus brutais músculos cardíacos.
Senti, meus caros, o chamamento de antigos mas nunca olvidados ritos!
Ritos que nos trazem à lembrança que para além de sermos aquilo que procuramos ser, somos também aquilo de que nos recordamos nas nossas lembranças do que devemos ser. Daí a sua importância, tanto dos ritos anciãos como dos chamamentos que daí advém. Ou talvez ao contrário...
Seguindo então esse chamamento ou essa lembrança, já não me recordo bem agora, eis que dei por mim a pesquisar nos profundos arquivos da mente, envolto numa pesada bruma que preenchia a saturada atmosfera da Masmorra (temos que sacudir os tapetes mais amiúde...).
Inebriado por essa sensação negativa de ritmos pesados, pesarosos, lentos e guturais eis que ponho os vermelhos olhos (irritados pela tal névoa) nesta pérola musical dos mestres do ritmo sincronizado e compassadamente alternado que são os brutais Bolt Thrower.
Pura adrenalina jorra compassadamente nos nossos cérebros perante tal opus de violência musical!
Não fazendo parte integrante do tema que aqui deixo, não resisto a deixar aqui um excerto em outro tema destes grandes demónios. Pura e vil inspiração daqui nos advém!
Another world falls to its knees,
With vast contempt your hatred breads,
Nothing left for us to slaughter
Annihilation achieved
Where next to conquer?
Inspirado que me senti, pelo anterior post do colega Maléfico, sobre os deuses negros do grind-core a quem tanto devemos, senti nas veias um latejar de algo mais do que a habitual lava que por aí circula, impulsionada que é pelos meus brutais músculos cardíacos.
Senti, meus caros, o chamamento de antigos mas nunca olvidados ritos!
Ritos que nos trazem à lembrança que para além de sermos aquilo que procuramos ser, somos também aquilo de que nos recordamos nas nossas lembranças do que devemos ser. Daí a sua importância, tanto dos ritos anciãos como dos chamamentos que daí advém. Ou talvez ao contrário...
Seguindo então esse chamamento ou essa lembrança, já não me recordo bem agora, eis que dei por mim a pesquisar nos profundos arquivos da mente, envolto numa pesada bruma que preenchia a saturada atmosfera da Masmorra (temos que sacudir os tapetes mais amiúde...).
Inebriado por essa sensação negativa de ritmos pesados, pesarosos, lentos e guturais eis que ponho os vermelhos olhos (irritados pela tal névoa) nesta pérola musical dos mestres do ritmo sincronizado e compassadamente alternado que são os brutais Bolt Thrower.
Pura adrenalina jorra compassadamente nos nossos cérebros perante tal opus de violência musical!
Não fazendo parte integrante do tema que aqui deixo, não resisto a deixar aqui um excerto em outro tema destes grandes demónios. Pura e vil inspiração daqui nos advém!
Another world falls to its knees,
With vast contempt your hatred breads,
Nothing left for us to slaughter
Annihilation achieved
Where next to conquer?
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