Avassalador!!! É assim que categorizo a resposta à mensagem anterior e que se traduz numa força diabólica para fazer mais e melhor nesta Masmorra que se quer Infernal.
Vai daí, decidi inovar um pouco nas mensagens aqui escrevinhadas e escolher alguns assuntos importantes para a demoniosidade, pensando-os e explanando-os ao longo de várias mensagens para que possam ser melhor digeridos pelos milhões que nos visitam todas as noites.
O primeiro assunto, que vou expor ao longo dos próximos tempos, tem a ver com a musica moderna que se pratica no país onde estamos sediados. Ao entrar na nova década terrestre, parece-me irrelevante andar a perder o tempo com as costumeiras tabelas do melhor que passou, e muito mais interessante descortinar os novos agrupamentos que se perfilam para dar que falar nos próximos dez anos.
Podem, assim, todos os demónios agradecer-nos e recordar para todo o sempre onde ouviram pela primeira vez os ídolos de amanhã. Irei cingir-me, obviamente, ao único estilo de música que não é detestável, antes pelo contrário, é hediondo, como nós gostamos.
A primeira apresentação, sem grandes conversas, vai para o seguinte agrupamento:
Muito se vai falar deles num futuro não muito próximo.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Abertura dos portões
Foi decidido unanimemente por todos os habitantes da Masmorra fazer algo diferente para acompanhar esta efeméride, que é o assinalar dos dois anos desde que a Masmorra Infernal do Sr. Satanás passou a ser visível ciberneticamente para todos os demónios deste planeta.
Coube-me a mim, Maléfico,fazer um anúncio que muito pouco agradará a todos.
Um repto aos que visualizam estas paredes em busca de novos escritos, para deixarem também o seu contributo em forma de comentário a esta mensagem. Queremos saber que visitantes assíduos aqui entram, para assim podermos insulta-los pelo nome
Tanta bondade da nossa parte será válida apenas durante a duração deste post, estando nós sobranceiramente expectantes quanto às palavras que possamos ler.
O verdadeiro demónio, ainda que inferior, saberá como proceder nesta oportunidade única de ver os seus escritos ignorados pelos míticos Diabolicus, Mafarrico e Maléfico. Esperamos muitos insultos, palavras mal intencionadas e desencorajamento brutal. Força!
Aviso : Entre os efeitos secundários de se escrevinhar na masmorra, não se sendo um dos três demónios eleitos pelo Sr. Satanás para o fazer, contam-se : Implosão cerebral, combustão espontânea, estrabismo, artroses e narcolepsia profunda.
Coube-me a mim, Maléfico,fazer um anúncio que muito pouco agradará a todos.
Um repto aos que visualizam estas paredes em busca de novos escritos, para deixarem também o seu contributo em forma de comentário a esta mensagem. Queremos saber que visitantes assíduos aqui entram, para assim podermos insulta-los pelo nome
Tanta bondade da nossa parte será válida apenas durante a duração deste post, estando nós sobranceiramente expectantes quanto às palavras que possamos ler.
O verdadeiro demónio, ainda que inferior, saberá como proceder nesta oportunidade única de ver os seus escritos ignorados pelos míticos Diabolicus, Mafarrico e Maléfico. Esperamos muitos insultos, palavras mal intencionadas e desencorajamento brutal. Força!
Aviso : Entre os efeitos secundários de se escrevinhar na masmorra, não se sendo um dos três demónios eleitos pelo Sr. Satanás para o fazer, contam-se : Implosão cerebral, combustão espontânea, estrabismo, artroses e narcolepsia profunda.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Ainda o natal preto
Foram encontradas evidências arqueológicas, que apontam para a certeza de o mafarrico, por esta vez, não estar a mentir.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
ref. discografica 666 - um triunfante retorno ...
... à obscuridade.
Só este título já é digno da Masmorra Infernal do Sr. Satanás. É o título do último registo de originais dos norte-americanos Keelhaul,um petardo infernal que todos nós deveríamos auscultar com atenção. Riffs pesadíssimos e constantes mudanças de ritmo, executadas com mestria em longas secções instrumentais tornam este disco dos melhores que têm passado pelo gira-discos maléfico nos últimos milénios. Anda a rodar feito louco.
Loucos são os integrantes da banda, e como não chegasse o ritmo vertiginoso de todo o disco, nomes de músicas como "Everything's a Napkin" e "The Subtle Sound Of An Empty Milkshake" tiram as dúvidas quanto à loucura latente nas cabeças dos compositores.

Tive o desprazer de lhes comprar o cd em mão e devo dizer que toda a humanidade faria bem em escutá-lo pelo menos uma vez nesta quadra natalícia, para bem da música dita pesada e também (e talvez mais importante) da insanidade geral.
Para finalizar, e para cumprir o nosso dever para com a sociedade demoníaca, um lançar de trevas sobre o nome do agrupamento composto por estes excelentes músicos.
Era só rir naquela altura, havemos de experimentar isto com um qualquer infeliz que não o mereça.
Só este título já é digno da Masmorra Infernal do Sr. Satanás. É o título do último registo de originais dos norte-americanos Keelhaul,um petardo infernal que todos nós deveríamos auscultar com atenção. Riffs pesadíssimos e constantes mudanças de ritmo, executadas com mestria em longas secções instrumentais tornam este disco dos melhores que têm passado pelo gira-discos maléfico nos últimos milénios. Anda a rodar feito louco.
Loucos são os integrantes da banda, e como não chegasse o ritmo vertiginoso de todo o disco, nomes de músicas como "Everything's a Napkin" e "The Subtle Sound Of An Empty Milkshake" tiram as dúvidas quanto à loucura latente nas cabeças dos compositores.

Tive o desprazer de lhes comprar o cd em mão e devo dizer que toda a humanidade faria bem em escutá-lo pelo menos uma vez nesta quadra natalícia, para bem da música dita pesada e também (e talvez mais importante) da insanidade geral.
Para finalizar, e para cumprir o nosso dever para com a sociedade demoníaca, um lançar de trevas sobre o nome do agrupamento composto por estes excelentes músicos.
Keelhauling was a severe form of corporal punishment meted out to sailors at sea. The sailor was tied to a rope that looped beneath the vessel, thrown overboard on one side of the ship, and dragged under the ship's keel to the other side. As the hull was often covered in barnacles and other marine growth, this could result in cuts and other injuries. This generally happened if the offender was pulled quickly. If pulled slowly, his weight might lower him sufficiently to miss the barnacles but might result in his drowning.
Era só rir naquela altura, havemos de experimentar isto com um qualquer infeliz que não o mereça.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Uma questão assaz pertinente
como já sabem esta masmorra coloca as grandes questões da demoniosidade. Fazemos isto com imensos rodeios e com vista a tornar as respostas tão claras como um lamaçal em dia de tempestade.
A questão que coloco hoje é a seguinte:
Não será pouco lisonjeiro para o estilo de música designada como metal pesado, que a melhor banda de todos os tempos tenha sido a primeira?
Visualizem primeiro o video gravado no longinquo 1970 (belas recordações me trazem este ano) e respondam depois.
oh lord yeeeah
A questão que coloco hoje é a seguinte:
Não será pouco lisonjeiro para o estilo de música designada como metal pesado, que a melhor banda de todos os tempos tenha sido a primeira?
Visualizem primeiro o video gravado no longinquo 1970 (belas recordações me trazem este ano) e respondam depois.
oh lord yeeeah
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
ref. discografica 666 - O machado cairá
Um dos eternos problemas da humanidade, para aqueles que gostam de filosofar e de discutir o sentido da vida, é o de tentar perceber se um qualquer trabalho é referenciado na Masmorra porque é uma obra-prima ou se se torna uma obra-prima por ter sido referenciado na Masmorra. Nós bem sabemos a resposta, mas a humanidade continuará na dúvida porque nós não falamos com humanos.
Os meus amigos Converge, já diversas vezes referidos neste espaço, e que tiveram até a honra de ser o mote para o primeiro post deste blog (o célebre Nº 8), editaram este ano um trabalho intitulado "Axe To Fall", ora sendo eu um apreciador dos subtis sons emanados pelos seus anteriores registos, acrescido de ter sido esmagado por eles (qual rolo compressor) numa data ao vivo no nosso pais (tambem alvo de palavras neste magnifico blog), agraciei-os com a honra de lhes comprar o recém-editado cd.

Devo, após inumeras audições, dizer com todas as palavras, que este disco superou as minhas elevadíssimas expectativas. Os Converge demonstram ser uma banda que após anos de evolução constante atingiu o seu pico. É fácil encontrar em vários temas, pontos de contacto com grandes temas do passado, e ainda assim encontrar algo de novo e supreendente para o menos atento dos fãs.
Dos treze temas do disco devo destacar Dark Horse, Effigy (com os colegas Cave In), Worms Will Feed/Rats Will Feast e Wishing Well como portentos sónicos que muito agradam ao gira-discos maléfico, não posso também deixar de fora as duas composições que encerram o disco (Cruel Bloom e Wretched World) tal é a sua beleza e intensidade. Acima da média e, portanto, dignas de referencia são também Reap What You Sow, Axe To Fall, Damages, Losing Battle, Dead Beat, Cutter e Slave Driver.
Um disco de qualidade constante, adivinhando muitas dores de cabeça nos decisores quando tiveram de decidir qual música escolhar para destacar com um video. Terão mesmo desistido desta tarefa, quando alguém com superior inteligência terá lembrado que um vídeo dar-lhes-ia mais hipóteses de conseguir uma ref. discográfica nesta Masmorra adorada por todos. Escolheram esta :
Os meus amigos Converge, já diversas vezes referidos neste espaço, e que tiveram até a honra de ser o mote para o primeiro post deste blog (o célebre Nº 8), editaram este ano um trabalho intitulado "Axe To Fall", ora sendo eu um apreciador dos subtis sons emanados pelos seus anteriores registos, acrescido de ter sido esmagado por eles (qual rolo compressor) numa data ao vivo no nosso pais (tambem alvo de palavras neste magnifico blog), agraciei-os com a honra de lhes comprar o recém-editado cd.

Devo, após inumeras audições, dizer com todas as palavras, que este disco superou as minhas elevadíssimas expectativas. Os Converge demonstram ser uma banda que após anos de evolução constante atingiu o seu pico. É fácil encontrar em vários temas, pontos de contacto com grandes temas do passado, e ainda assim encontrar algo de novo e supreendente para o menos atento dos fãs.
Dos treze temas do disco devo destacar Dark Horse, Effigy (com os colegas Cave In), Worms Will Feed/Rats Will Feast e Wishing Well como portentos sónicos que muito agradam ao gira-discos maléfico, não posso também deixar de fora as duas composições que encerram o disco (Cruel Bloom e Wretched World) tal é a sua beleza e intensidade. Acima da média e, portanto, dignas de referencia são também Reap What You Sow, Axe To Fall, Damages, Losing Battle, Dead Beat, Cutter e Slave Driver.
Um disco de qualidade constante, adivinhando muitas dores de cabeça nos decisores quando tiveram de decidir qual música escolhar para destacar com um video. Terão mesmo desistido desta tarefa, quando alguém com superior inteligência terá lembrado que um vídeo dar-lhes-ia mais hipóteses de conseguir uma ref. discográfica nesta Masmorra adorada por todos. Escolheram esta :
"Beasts will become what they were meant to be / in the name of lovers in the name of wars / we'll show the demons for what they are"
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
ref. literária - o pequeno Oskar
caros
aqui há atrasado houve um tema muito falado nas esferas masmorrentas, foi até alvo de um rel. veridíco escrevinhado pelo nosso colega, o excelentissimo mafarrico, e deu azo a muita tertúlia, discussóes e ,atrevo-me a proferir, muitos bocejos. O tema em questão era o baptismo católico dos petizes que ainda não sabem muito bem o que lhes está a acontecer.
Devem recordar-se.
Estando a ler eu um livro que se deu ao trabalho de versar um pouco sobre este assunto, e achando que o que estava escrito nessas páginas era de importância relativa para as nossas conversas já esquecidas, decidi copipastar o excerto em questão para que possais julgar novamente o assunto, agora com o conhecimento de uma experiência relatada na primeira pessoa.
Para dar alguma luz ao excerto que se segue, devo dizer que o narrador é um pequeno que desde o seu nascimento tem o discernimento e a inteligência de um vulgar adulto, e se a sua memória desses tempos é monumental só é ultrapassada pela sua vontade de partir vidro, vicio que ganhou desde muito tenra idade.
O livro é o, sobejamente conhecido, "O Tambor de Lata", do germânico Gunter Grass. Penso que já o tereis lido porventura duas ou três vezes.
aqui há atrasado houve um tema muito falado nas esferas masmorrentas, foi até alvo de um rel. veridíco escrevinhado pelo nosso colega, o excelentissimo mafarrico, e deu azo a muita tertúlia, discussóes e ,atrevo-me a proferir, muitos bocejos. O tema em questão era o baptismo católico dos petizes que ainda não sabem muito bem o que lhes está a acontecer.
Devem recordar-se.
Estando a ler eu um livro que se deu ao trabalho de versar um pouco sobre este assunto, e achando que o que estava escrito nessas páginas era de importância relativa para as nossas conversas já esquecidas, decidi copipastar o excerto em questão para que possais julgar novamente o assunto, agora com o conhecimento de uma experiência relatada na primeira pessoa.
Para dar alguma luz ao excerto que se segue, devo dizer que o narrador é um pequeno que desde o seu nascimento tem o discernimento e a inteligência de um vulgar adulto, e se a sua memória desses tempos é monumental só é ultrapassada pela sua vontade de partir vidro, vicio que ganhou desde muito tenra idade.
(...) insistiram em pôr-me o nome Oskar, e o Jan, na qualidade de padrinho, confirmou-o junto ao pórtico. Depois o reverendo soprou-me três vezes na testa para afugentar Satanás, foi feito o sinal da cruz, colocou-me a mão por cima, espalhou sal e voltou a proferir uns ditos contra Satanás. (...) Depois, o reverendo achou por bem dizer uma vez mais vade retro Satanas, e achava que me estava a abrir os sentidos ao tocar no nariz e nos ouvidos, quando eu tinha estado sempre mais do que desperto. Depois quis voltar a ouvir alto e bom som, e por isso perguntou : "Renuncias a Satanás? A todas as suas obras?"
Antes mesmo de eu poder abanar a cabeça - porque não tinha a minima intenção de renunciar - , Jan disse três vezes por mim: "Sim, renuncio."
O reverendo ungiu-me o peito e entre os ombros, sem que por isso eu me tivesse incompatibilizado com Satanás. (...) e quando Jan me levou até ao pórtico da igreja (...) perguntei ao Satanás dentro de mim : "Correu tudo bem?"
Satanás saltou e murmurou :"Viste as janelas da igreja, Oskar? Tudo de vidro, tudo de vidro!"
O livro é o, sobejamente conhecido, "O Tambor de Lata", do germânico Gunter Grass. Penso que já o tereis lido porventura duas ou três vezes.
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